Sempre achei o Bobby McFerrin um espectáculo, mas recentemente um amigo chamou-me à atenção para esta “performance”, que demonstra bem o quão genial e cerebral é o senhor, numa demonstração do poder da escala pentatónica e como ela nos está inculcada, sem sabermos explicar porquê…
Bem, já agora, não resisto a partilhar mais uma:
E mais uma:
Há imensa coisa, é só procurar!
Brilhante!
Gosto muito desse tipo de discussão: certos aspectos musicais como nos sendo quase inerentes enquanto espécie. E apesar de não entender grande coisa da parte formal, já deu para perceber que escalas pentatónicas são transversais a muitas culturas pelo mundo inteiro. Adoro essas constantes, essa ligação, neste caso através da música, a qualquer coisa nuclear em nós, algo essencial que espero que se mantenha sempre pelo menos parcialmente inexplicável.
Quanto ao senhor em si… muito bom! A flexibilidade dele em vocalizar a melodia principal e acompanhamentos duma forma tão integrada que quase nem se percebe que é só uma pessoa a fazer aquilo… é cativante.
1 | goncalo | 04 Novembro, 2009 às 12:15